quarta-feira, 15 de julho de 2015


 
Solidão atemporal recolhe os afagos doados
Lança nos braços a lembrança de entrelaçamentos
Os ombros sentem a aragem súbita por falta de calor
Suplicar em silêncio a favor dos sonhos aninhados no peito

Fantasias lavadas em bacias de salmoura dourada
Confidências sussurradas lançadas no vão de um abraço absorto 
Recolher a brandura espargida em meio a gotas de pérolas líquidas
O que foi desejado, permanecerá no retiro dos olhares saudosos por afeto.


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