terça-feira, 11 de novembro de 2014

Janela aberta, sol a pino, nenhum vento fresco e lágrimas libertam-se de meus olhos...

A razão pega em minhas mãos e toca o corte feito a faca enquanto eu descascava batatas para o almoço, com um tom forte diz em alto e bom som :

_ '' Aprenda, moça, a tua suavidade amedronta, coloque-se em seu lugar e aceite o fato, nem todo mundo terá um par.''


O emocional vai até o armário do banheiro e me faz um curativo enquanto cantarola em meu ouvido:

_ '' Aprenda, moça, a tua suavidade permite caminhos de amor e carinho, o medo pode ser curado com sua doce essência. ''


Dou razão aos dois, entretanto, ahhhh,  como desejo que o emocional dê um beijo em minhas mãos e assopre com cuidado a ferida feita na hora do al[moço]... 




Ness Forest
Imagem: Jana Martish

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