segunda-feira, 7 de abril de 2014


 DesArME-SE, ME desArME

Desarme-se e deixe- me cair em teus braços
Ler a poesia em teus gestos
Borrifar essencias puras a tua volta 
Restaurar as cores que se perderam no tempo

Ainda vejo sombra em teus olhos
Mas quando a luz bate, consigo enxergar uma janela entreaberta 
Não ouso pedir para que retire as cortinas
Partirá de ti, em um dia qualquer de chuva ... 

Sabe, a beleza singela pode ser reconquistada
Julgou ser difícil acontecer, aos poucos renasce e vai renascendo
Um beijo transferido dos dedos para a minha boca 
Você pode não ter percebido, mas foi um momento doce, viciante, encantador, ví em um sonho o teu semblante daquele breve instante... um breve constante.


Imagem: Oleg Oprisco 

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